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Soft Skils pode dar fim à monotonia dos treinamentos nas empresas

Soft Skils pode dar fim à monotonia dos treinamentos nas empresas

Modelo antigo de aprendizagem, com horas após o expediente e que transmita informações obrigatórias não é mais atraente para a realidade atual.

 

Sobre as habilidades que todo trabalhador deve ter em 2020, por exemplo, é preciso abrir a mente para a urgência de sair de uma entrega padrão para uma atividade organizacional customizada. Em outras palavras, no ambiente de negócios do futuro (do presente, para muitas companhias) nem tudo se resume a boas soluções tecnológicas. Hoje, é evidente a necessidade de valorizar competências comportamentais (soft skills), tais como pensamento crítico, criatividade e inteligência emocional.

Muitos profissionais exercem funções que não gostam de executar. Pior: os treinamentos são repetitivos, monótonos e, consequentemente, desmotivam ainda mais os funcionários, resultando também em falta de produtividade nas empresas.

Prova disso é a recente pesquisa da Isma Brasil (International Stress Management Association), que aponta que 40% dos trabalhadores encontram-se insatisfeitos com o cargo atual, enquanto 64% gostariam de trocar de emprego. E mais: o Ministério da Saúde divulgou no último ano que 79% da população afastou-se do trabalho no período de 2012 a 2016 devido a doenças psicológicas. A instituição indica que a principal responsável por estes casos é a depressão (30,67%), seguida pela ansiedade (17,9%).

A título de informação, separamos duas técnicas inovadoras que permitem a interação entre treinadores e treinandos, agregando qualidade no emprenho dos profissionais em suas funções. Saiba mais sobre elas:

Trahentem

Solução de aprendizagem coletiva com foco em inteligência emocional, interação, escuta ativa, flexibilidade cognitiva e desenvolvimento de competências alinhadas às demandas contemporâneas do ambiente de negócios. 

Na prática, o Trahentem ajuda profissionais (experientes ou iniciantes) na identificação clara das necessidades de aprendizagem e guia-os rumo à descoberta de caminhos ágeis e seguros que os levem à construção de treinamentos corporativos simples e assertivos.

Spin Design

Em levantamentos recentes, a companhia americana 3M identificou que os conteúdos visuais são 60.000 vezes mais rápidos de serem processados pelo cérebro humano. Já a Cisco Systems revelou que 70% do tráfego mundial em dados móveis, até 2020, será de vídeos.

E é isso que faz o Spin Design. Atua com narrativa sequencial, com recursos audiovisuais que se apropriam de drama, ação ou comédia para despertar as emoções do público. É o chamado storytelling.

Mas é possível ir além e enriquecer o storytelling com conceitos de visual thinking, uma vez que a maior parte das pessoas tem a tendência a absorver muito mais informações quando em contato com recursos visuais. 

Ao trazer elementos visuais como vídeos, ilustrações, jogos e gráficos, o poder da narrativa é intensificado, pois a linguagem visual exige menos do cérebro humano do que os demais sentidos na hora de consumir novas informações. Portanto, o ato de estimular os gatilhos mentais dos colaboradores, por exemplo, é simplificado.

 

Fonte: Primeira Página.

 

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