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Cosméticos veganos ganham espaço nas gôndolas

Em virtude do grande número de exigências para classificar um produto como vegano, muitas empresas têm optado pela certificação como natural ou orgânico.

 

“O que tem sustentado esse novo cenário é justamente a preocupação que o consumidor demonstra diante do impacto do produto no meio-ambiente. Dentro do nosso negócio, visualizamos uma oportunidade muito boa na categoria de batons”, diz a proprietária da marca de cosméticos veganos e naturais Face It, Elza Barroso.

“Tivemos dificuldade de encontrar distribuidores no começo, até por isso fomos até a Itália realizar parcerias. No entanto, há um ano e meio estamos firmando parcerias com alguns distribuidores brasileiros também, a fim de não depender de apenas uma fonte”, detalhou a executiva.

A fundadora e diretora-geral da consultoria empresarial Grupo Bittencourt, Claudia Bittencourt, afirma que é importante estabelecer uma relação de transparência com o consumidor em relação aos componentes que são a base de determinado produto.

“Acredito que as marcas menores devam demorar um pouco mais para conseguir todas as certificações, mas isso tende a se tornar mais fácil nos próximos anos”.

O diretor-executivo da IBD Certificadora, Alexandre Harkaly, conta que – em virtude do grande número de exigências para classificar um produto como vegano – muitas empresas têm optado pela certificação como natural ou orgânico.

“Nos últimos anos, vemos um aumento na ordem de 20% pela certificação desses itens. Por enquanto, a lei brasileira não dispõe de normas específicas para a classificação de veganos”, declarou ele.

 

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Fonte: Primeira Página com informações do DCI.

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