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Publicado em:
12
12/2018

Cinco dicas do Sebrae para quem quer abrir um e-commerce

Plano de negócio é o primeiro passo para os interessados.



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Pixabay

Com o advento das lojas virtuais, muitos empreendedores têm buscado maneiras de se conectar a esse estilo de negócio. Prova disso é que no primeiro semestre de 2018, o comércio eletrônico aumentou em 12,1% suas vendas em relação ao mesmo período de 2017, segundo relatório Webshoppers. No entanto, o que se percebe é que muitos estão despreparados para assumir um comércio via web.

Visto isso, o Sebrae destaca cinco pontos principais para quem pretende vender na Internet. Segue:
1. Faça um plano de negócio:
O e-commerce é uma empresa como qualquer outra. A estruturação de um plano de negócio é sempre uma boa ideia para que o empresário tenha uma clara visão de todas as variáveis que influenciam em sua operação.

2. Entenda como funciona o lucro:
A conversão começa antes mesmo do acesso ao site. O primeiro desafio é usar uma estratégia de comunicação direcionada. Esta deve ser dirigida para o perfil do potencial consumidor do produto/serviço. Uma vez que o consumidor acessa o site, o uso dos cookies ajuda a rastrear o caminho percorrido para entender melhor seu comportamento. Por fim, a menor quantidade de cliques para a conclusão das vendas resulta em uma maior conversão e menor abandono de carrinho.

3. Invista em ações de marketing
Quem está em evidência e faz um marketing mais efetivo tende a ter resultados melhores. No mundo digital existem vários caminhos para melhorar qualquer desempenho. Por exemplo: recursos para otimizar o SEO da empresa, anúncios e palavras-chave, divulgação em redes sociais de forma direcionada e parcerias com digital influencers.

4. Saiba o que pode acontecer no meio do caminho
Um entrave enfrentado pelo varejista on-line é a precificação dos seus produtos. Uma prática muito usual é jogar o preço “X” vezes a mais. Entretanto, esse método pode mascarar o resultado das vendas, pois não considera outros custos inerentes da operação e é importante considerar todos os que fazem parte do negócio. Além dos custos fixos, caso a escolha seja por um marketplace, devem ser inclusos também os custos da plataforma escolhida e da intermediadora do pagamento, se for este o caso.

5. “Dica de ouro”
Identifique um nicho de mercado e construa seu diferencial competitivo. Não compensa entrar na briga com as grandes corporações que conseguem baixar o preço espremendo suas margens, visto que elas barganham por conta do volume. Um exemplo é a customização de produtos. Dependendo do nível de customização, o e-commerce alcança um público seleto disposto a pagar um preço maior por perceber o valor agregado do produto.

Curso
A propósito, o Sebrae oferece um curso EAD (“Planeje-se para o conteúdo eletrônico”) que esclarece o conceito, a importância, as vantagens e os desafios de uma micro e/ou pequena empresa que deseja implementar um e-commerce e profissionalizar o atendimento.

A ideia é apresentar os procedimentos que envolvem o e-commerce para que o empresário seja capaz de verificar, por meio das atividades durante o curso, se está apto ou não a participar de determinado negócio. Outro aprendizado fundamental é como se planejar para não colocar a empresa em risco. As inscrições são feitas pelo site do Sebrae.

Fonte: Primeira Página, com Sebrae


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