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Publicado em:
26
10/2018

OMS quer mais vigilância sobre consumo de gorduras

Entidade alerta que o abuso de alimentos com esse composto coloca o organismo na zona de risco de infartos e acidentes vasculares cerebrais.



Metatags: Gordura, Dieta, OMS, Alimentação Saudável, Doenças cardiovasculares

Em 2016, foram contabilizados 54,7 milhões de mortes no mundo, sendo que 72% aconteceram em razão de doenças crônicas não transmissíveis. Entre elas, destacam-se, de longe, os problemas cardiovasculares, responsáveis por quase metade dos óbitos. Indigesta, essa cifra tem muito a ver com a forma como as pessoas vêm se alimentando.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou um documento que prevê maior vigilância em relação ao consumo de dois tipos de gorduras: as saturadas e as trans. De acordo com a entidade, o foco nesses ingredientes se deve ao fato de que abusar da dupla coloca o organismo na zona de risco de infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Para quem atua na área, os novos valores sugeridos pela OMS (que já foi para consulta pública e agora deve passar por revisão e finalização) não causam espanto. No que diz respeito à gordura saturada, por exemplo, a indicação é que ela represente, no máximo, 10% das calorias totais ingeridas diariamente – meta com a qual a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) já trabalha.

Há quem garanta que a solução para dispor de uma saúde plena é baixar a ingestão de carboidratos (massas, pães e arroz) e das gorduras (como as saturadas, encontradas em carnes, manteiga, leite e coco). Essa a linha de pensamento é considerada radical pela maioria dos especialistas.

“Precisamos de equilíbrio”, defende a nutricionista Elisa Jackix, professora da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Segundo ela, se a alimentação contiver de 45% a 60% de carboidratos e cerca de 30 ou 35% de gorduras totais (respeitando o máximo de 10% em saturadas), não há motivo para preocupação.

Fonte: Primeira Página, com matéria da revista Saúde


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